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		<title>RACISMO o importante é colaborar!</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Dec 2011 16:10:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucianaluzsan</dc:creator>
				<category><![CDATA[racismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Vivemos em um mundo completamente cheio de desigualdade,preconçeito e diferentes argumentos para questionar um determinado assunto,a sociedade não apenas critica como exclui sua vitímas de tal forma que invade o centro mental do individuo,O racismo é só um desses tópicos,não podemos fechar os olhos como se nada estivesse acontecendo ao nosso aredor.Para isto basta ver o olhar [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=racismoeunaoaceitonao.wordpress.com&amp;blog=29713580&amp;post=82&amp;subd=racismoeunaoaceitonao&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vivemos em um mundo completamente cheio de desigualdade,preconçeito e diferentes argumentos para questionar um determinado assunto,a sociedade não apenas critica como exclui sua vitímas de tal forma que invade o centro mental do individuo,O racismo é só um desses tópicos,não podemos fechar os olhos como se nada estivesse acontecendo ao nosso aredor.Para isto basta ver o olhar de uma criãnça negra e sentir como é ser agredida mentalmente ,levando sequélas para o resto de sua vida,como uma ferida que não tem cura.conviver com o racismo não é fácil para o negro,ser discriminado em uma situação pode ser pior ainda.mas se reparamos somos todos iguais em carne e osso,porque será que  a cor da pele faz difença no mundo?quem se  se torna um racista é mais um ser ignorante ,mal idealizado,e quer defender a sua posicão socia,da tal forma que acaba levando o mudo inteiro a seu favor.uma pessoa pode fazer essa diferenca ,e é por isso que escolhi esse tema para meu blog,para defender essa questão ,coma ajuda da CASA RONALD MCDONALD  RJ e das redes sociais podemos ajudar de algulma forma a defender nossas idéias,dando opiniões,fazendo postagens,comentários,estou muito feliz de está partipando da campanha e defender meu ponto de vista,assim como todos podemos ajudar e pensar na discriminacão racial,também sou afrodecendente,tendo a chançe de opinar pelo racismo é uma das minhas conquistas,para ser completa precisamos de ajuda assim como a minhar,e fazer do racismo uma questão de paz.                                                                                                                               <img class="alignright" src="http://t3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQjOrXTfX4ARLDMnPuIDQXLvfdB6LykQJNte8j9wxN4VoakGbZz" alt="" width="154" height="163" /></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/82/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/82/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/82/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/82/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/82/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/82/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/82/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/82/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/82/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/82/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/82/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/82/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/82/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/82/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=racismoeunaoaceitonao.wordpress.com&amp;blog=29713580&amp;post=82&amp;subd=racismoeunaoaceitonao&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>NA escola é mais um dos tópicos dessa desigualdade racial.</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 18:05:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucianaluzsan</dc:creator>
				<category><![CDATA[racismo]]></category>
		<category><![CDATA[escola]]></category>
		<category><![CDATA[ofensas]]></category>
		<category><![CDATA[preconceitoracial]]></category>

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		<description><![CDATA[Racismo na escola  é o fim - Redação É lamentável que em pleno século XXI, nós tenhamos que continuar escrevendo sobre notícias de preconceito, discriminação e racismo no meio em que vivemos. O problema é que os crimes de racismo contra os negros continuam acontecendo no nosso país, e apesar de ser uma coisa doentia, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=racismoeunaoaceitonao.wordpress.com&amp;blog=29713580&amp;post=70&amp;subd=racismoeunaoaceitonao&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Racismo na escola  é o fim</h3>
<p>- Redação</p>
<div>
<p>É lamentável que em pleno século XXI, nós tenhamos que continuar escrevendo sobre notícias de preconceito, discriminação e racismo no meio em que vivemos.</p>
<p>O problema é que os crimes de racismo contra os negros continuam acontecendo no nosso país, e apesar de ser uma coisa doentia, a sociedade continua velando essas práticas. Enquanto isso, quem tem que trazer o debate à tona, como a escola, por exemplo, simplesmente trata de camuflar os casos, como se racismo não fosse crime imprescritível e inafiançável sujeito a pena de reclusão conforme preconiza o artigo 5º parágrafo XLII da Constituição Federal, e como se essa coisa nojenta, não ferisse a alma do ser humano.</p>
<p>Estou levantando esta questão, porque dias atrás, uma menina negra do município de Serra ES, foi chamada de “macumbeira”, “neguinha”, “chimpanzé” e tantos outros termos ofensivos. E o mais grave dessa história, é que o crime foi cometido dentro de uma escola municipal.  Além de tudo isso, a vítima é uma menina que ainda nem entrou na adolescência, trata-se de uma criança que já sofre os traumas do racismo e que, infelizmente, contou com a conivência da professora, que teria que ser a primeira a tomar uma atitude para proteger a menina. Segundo a reportagem que vi na televisão, a menina não consegue, nem mesmo relatar o que aconteceu, sem começar a chorar. Vejam o que disse a menina na reportagem: “Eles me chamaram de macumbeira, macaca&#8230; Eles me vêem e falam assim: ‘Ai que susto!’”, contou a menina. E até os professores, segundo ela, são preconceituosos. “A professora falou com minha mãe que ia me levar no salão para repuxar meu cabelo” (essa professora deveria ser demitida sumariamente e até ser presa). E prosseguiu a criança: “Eu nem tenho vontade de ir para a escola, porque eles me xingam”, conta, chorando. E o irmão mais novo dela sofre com o mesmo tipo de coisa. “Eles ficaram me xingando de macaco, feio, de neguinho da África e chimpanzé”, disse.</p>
<p>É preciso discutir com as escolas, sobretudo, com professores que “acham graça” quando um menino ou uma menina negros são discriminados, que tipo de cidadão e cidadã eles querem formar, sim, porque nós entendemos que é na escola que se forma o homem, a mulher, o cidadão, a cidadã; é na escola que buscamos a mudança, para melhor, é claro, dos destinos desse país. Então, como será o futuro daqueles que discriminam e não são repreendidos, que nota devemos dar aos educadores que passam (na assepsia da palavra), a mão na cabeça de meninos ou meninas que trazem de seus lares a cultura preconceituosa (nota 0), seriam esses professores favoráveis ao legado da escravidão que “perfura o coração” de um povo?</p>
<p>Enfim, querem ferir nossa alma, querem invisibilizar nossa história, querem machucar nossas crianças fazendo com que elas reneguem sua própria raça. Mas, continuaremos lutando contra essa sociedade hipócrita que deseja sempre rebaixar o negro. Somos altivos, lutadores, inteligentes e protetores do nosso legado de luta e de trabalho. Sou negrão sim senhor e me orgulho disso, o sangue de nossos antepassados corre na nossa veia, por isso não desistiremos de brigar contra os racistas. Se eles querem briga, nós também queremos. O fato é que queremos respeito com nossa gente, principalmente com nossas crianças. nesta entrevista p<a href="http://www.youtube.com/watch?v=Mc5uqMJevwI&amp;feature=player_detailpage">http://www.youtube.com/watch?v=Mc5uqMJevwI&amp;feature=player_detailpage</a>odemos pensar a respeito deste assunto.</p>
</div>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/70/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/70/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/70/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/70/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/70/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/70/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/70/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/70/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/70/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/70/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/70/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/70/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/70/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/70/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=racismoeunaoaceitonao.wordpress.com&amp;blog=29713580&amp;post=70&amp;subd=racismoeunaoaceitonao&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Os indios também são vitimas!</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 17:31:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucianaluzsan</dc:creator>
				<category><![CDATA[racismo]]></category>
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		<category><![CDATA[preconceito]]></category>

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		<description><![CDATA[Brasil tem racismo profundo contra índios e negros, diz relator da ONU. O relator especial da Comissão de Direitos Humanos das Nações Unidas para Formas Contemporâneas de Racismo Discriminação, Xenofobia e Intolerância, Doudou Diéne, disse que o racismo ainda é profundo no país, que índios e jovens negros são vítimas freqüentes da violência e que, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=racismoeunaoaceitonao.wordpress.com&amp;blog=29713580&amp;post=68&amp;subd=racismoeunaoaceitonao&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Brasil tem racismo profundo contra índios e negros, diz relator da ONU.</p>
<p>O relator especial da Comissão de Direitos Humanos das Nações Unidas para Formas Contemporâneas de Racismo Discriminação, Xenofobia e Intolerância, Doudou Diéne, disse que o racismo ainda é profundo no país, que índios e jovens negros são vítimas freqüentes da violência e que, ainda assim, alguns setores governamentais não estão dispostos a acabar com o preconceito racial.</p>
<p>&#8220;Fiquei perturbado com a violência contra os índios, em especial os caciques, e os jovens negros porque dezenas deles foram mortos recentemente. Percebi desespero e um sentimento de solidão por parte dessas comunidades&#8221;, disse ele em entrevista à Radiobrás.</p>
<p>Diéne também se convenceu de que o Brasil está empenhado no combate ao racismo. Depois de uma reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Palácio do Planalto, ele disse que o presidente foi &#8220;firme&#8221; e &#8220;claro&#8221; ao dizer que a superação do racismo é uma das prioridades do governo.</p>
<p>Diéne encerrou hoje (26) a visita de dez dias ao Brasil. Durante esse tempo, o relator conversou com autoridades governamentais e representantes da sociedade civil para saber como o país está combatendo o preconceito racial.</p>
<p>Para o relator, a superação do racismo virá &#8220;das mudanças profundas de mentalidade&#8221; da sociedade. De acordo com a ministra da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Matilde Ribeiro, que também participou da reunião, Diéne recomendou a ampliação das políticas sociais do governo. &#8220;A principal recomendação é que sejam intensificadas as ações afirmativas nas políticas públicas, visando a inclusão da população negra e indígena como cidadã de direito nesse país&#8221;.</p>
<p>Doudou Diéne afirmou que as ações afirmativas lhe chamaram a atenção, porque podem corrigir distorções raciais históricas. &#8220;Acho que as ações devem ser bem explicadas para que a sociedade crie meios próprios <img class="alignright" src="http://t1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQgymzPPEHuca8C702U0tkHTLLRxCURm-C-SqCKtzqIPGC-8pvC" alt="" width="176" height="132" />de combater o racismo&#8221;. O relatório final de Diéne sobre a visita ao Brasil será apresentado às Nações Unidas em 2006.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/68/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/68/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/68/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/68/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/68/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/68/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/68/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/68/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/68/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/68/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/68/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/68/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/68/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/68/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=racismoeunaoaceitonao.wordpress.com&amp;blog=29713580&amp;post=68&amp;subd=racismoeunaoaceitonao&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Questão da mulher negra.</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 17:05:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucianaluzsan</dc:creator>
				<category><![CDATA[racismo]]></category>
		<category><![CDATA[negra]]></category>
		<category><![CDATA[preconceito]]></category>
		<category><![CDATA[situacaoracial]]></category>

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		<description><![CDATA[A situação da mulher negra Mulheres de todas as etnias merecem nossa consideração no presente trabalho. Entretanto, vamos nos deter à condição atual da mulher negra, visto que, nestes 500 anos de Brasil, sua situação sempre beirou ao nível do descaso extremado. Não queremos dizer que mulheres de outras etnias não sofrem discriminação. Pelo contrário, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=racismoeunaoaceitonao.wordpress.com&amp;blog=29713580&amp;post=63&amp;subd=racismoeunaoaceitonao&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<hr />
<h3>A situação da mulher negra</h3>
<p>Mulheres de todas as etnias merecem nossa consideração no presente trabalho. Entretanto, vamos nos deter à condição atual da mulher negra, visto que, nestes 500 anos de Brasil, sua situação sempre beirou ao nível do descaso extremado. Não queremos dizer que mulheres de outras etnias não sofrem discriminação. Pelo contrário, todas são discriminadas, configurando a mulher, como um todo, um grupo excluído de nossa sociedade machista e patriarcal. Entretanto, a mulher negra receberá o enfoque principal porque sua situação é o reflexo do que acontece com todas as mulheres, acrescida do preconceito de cor, um peso extra que estas cidadãs brasileiras têm de suportar.</p>
<p>Sabemos que os escravos trazidos da África eram aproveitados nas mais diversas atividades econômicas. Negros e negras desempenhavam todas as funções nos engenhos, cuidavam da agricultura, da pecuária, trabalhavam em minas de ouro e pedras preciosas, além de participar, ativamente, no zelo das tarefas domésticas de seus proprietários.</p>
<p>Neste contexto, a negra escrava sempre foi vista como um bem econômico superior ao negro. Somente elas podiam gerar filhos, e isso facilitava muito o negócio dos escravos porque a importação de negros era um mercado relativamente caro. Desde o princípio do Brasil, a negra foi vista como um objeto de serventia e, numa linguagem um tanto chocante, um animal reprodutor. Entretanto, apesar do interesse no novo &#8220;escravo&#8221; prestes a nascer, os senhores proprietários de escravas não lhes permitiam qualquer descanso ou folga em seus afazeres durante o período de gravidez.</p>
<p>Além disso, havia o antagonismo da relação senhor e escrava. Muitos senhores se esqueciam, momentaneamente, do abismo social que os separava de suas escravas e mantinham relações sexuais com elas, muitas vezes gerando filhos que nunca eram reconhecidos. Muitas destas escravas praticavam o aborto, por vergonha ou ódio do filho que estavam gerando e com medo de represálias por parte de suas patroas. Sua dignidade seja como mulher, seja como mãe, nunca fui reconhecida.</p>
<p>A situação das mulheres negras, hoje, não é muito diferente se falarmos em termos de dignidade. Findo o período escravocrata, permaneceu o preconceito. Sabe-se que mulheres brancas possuem melhores oportunidades do que mulheres negras, seja no trabalho, na vida social, na escola etc. Mulheres negras são quase sempre vistas com má índole, como ladras ou prostitutas. Serviços domésticos, por exemplo, são em sua maioria realizados por mulheres negras, um reflexo de nossa herança escravocrata.</p>
<p>Um relatório da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD), realizada em 1990, divulgou que a taxa de analfabetismo entre as mulheres negras, naquele período, chegava ao dobro da taxa verificada para as mulheres brancas. Do total de mulheres negras maiores de cinco anos, 33,1 % estavam na condição de analfabetas. No caso das mulheres brancas esse percentual era de 18,5%. A mesma pesquisa informou que as mulheres negras ocupadas em atividades manuais perfaziam um total de 79,4%, sendo 51% envolvidas com trabalho doméstico em geral, e 28,4% como cozinheiras, serventes e lavadeiras. Em atividades como secretariado, recepção e vendas, encontravam-se 7,4% das mulheres negras. Já em funções técnicas, administrativas, científicas, artísticas entre 5,3 e 10%.<img class="alignright" src="http://t3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTcN6GsWYJLcj5WTRJb21a2J1k6N4B-62cTTq6mI3XXhQjALFwEdg0Quv6j" alt="" width="190" height="265" /></p>
<p>Uma realidade triste se nos lembrarmos que a população negra corresponde a 48% de toda a população brasileira. As mulheres negras são visivelmente excluídas de melhores oportunidades de trabalho e estão fora da equipe social deste país.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/63/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/63/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/63/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/63/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/63/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/63/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/63/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/63/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/63/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/63/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/63/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/63/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/63/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/63/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=racismoeunaoaceitonao.wordpress.com&amp;blog=29713580&amp;post=63&amp;subd=racismoeunaoaceitonao&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>educação e violencia.</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 16:53:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucianaluzsan</dc:creator>
				<category><![CDATA[racismo]]></category>
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		<description><![CDATA[O negro e a educação Quanto à educação, um relatório sobre Direitos Humanos realizado pela Organização dos Estados Americanos revelou que, em 1992 o analfabetismo entre os negros chegava à casa dos 30% e se elevava a 36,4% no Nordeste do Brasil. O relatório concluiu que problema do analfabetismo guarda relação com a falta de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=racismoeunaoaceitonao.wordpress.com&amp;blog=29713580&amp;post=61&amp;subd=racismoeunaoaceitonao&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://t1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSoLgDCwcrdYP-jNJnVLI9HfpwkkXhy96sSlFT3RiyTKrOI4xksEA" alt="" width="303" height="167" /></p>
<h3>O negro e a educação</h3>
<p>Quanto à educação, um relatório sobre Direitos Humanos realizado pela Organização dos Estados Americanos revelou que, em 1992 o analfabetismo entre os negros chegava à casa dos 30% e se elevava a 36,4% no Nordeste do Brasil. O relatório concluiu que problema do analfabetismo guarda relação com a falta de acesso da população negra à educação formal e o problema da abstenção escolar das crianças de raça negra é muito freqüente, já que estas são obrigadas a deixar a escola para ajudar no sustento familiar. Neste contexto, a &#8220;cor&#8221;, além da &#8220;escolaridade dos pais e a renda familiar&#8221; são fatores determinantes do acesso das crianças à escola. Em relação aos avanços nos níveis de escolaridade, 4% dos negros conseguem ingressar na universidade, em comparação com 13% entre os brancos. Um exemplo da margem diferencial de acesso é dado pelas cifras referentes à Universidade de São Paulo, de cujos 50 000 estudantes em 1994, apenas 2% eram negros. A situação repete-se em diferentes universidades do país, mesmo em cidades como Salvador, com maioria populacional afro-brasileira. E quem não tem condições de adquirir uma boa formação escolar vê reduzidas as possibilidades de encontrar trabalho digno no mercado.</p>
<hr />
<h3>A violência contra o negro <img src="http://t3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcT5sN2_IcsU-jxuN6MIetBBhix13CKIQ968G2zBFlgEw01LBsq9dA" alt="" width="281" height="179" /></h3>
<p>No que diz respeito à violência policial no Brasil, segundo pesquisa do Datafolha, os negros são abordados com mais freqüência durante as<em>blitz</em>, recebem mais insultos e mais agressões físicas que os brancos. A desvantagem, revelada pela pesquisa Datafolha, não pára por aí: percentualmente, também há mais revistados negros que qualquer outro grupo étnico.</p>
<p>Entre os da raça negra, quase metade (48%) já foi revistada alguma vez. Desses, 21% já foram ofendidos verbalmente e 14%, agredidos fisicamente por policiais. Os pardos superam os negros em ofensas: 27% deles foram ofendidos verbalmente e 12% agredidos fisicamente. Ao todo, 46% já foram revistados alguma vez. A população branca é menos visada pela polícia. Entre estes, 34% já passaram por uma revista, 17% ouviram ofensas e 6% já foram agredidos, menos da metade da incidência entre negros. Em cada três negros, um (35%, exatamente) teme mais a polícia que os bandidos e outro teme os dois na mesma proporção, aponta o levantamento. Para os entrevistados de cor branca, somente 19% (um em cada cinco) temem mais a polícia. Quase a metade, 47%, tem mais medo dos bandidos do que da polícia.</p>
<p>Quanto à criminalidade, constatou-se que dos homicídios dolosos contra menores, 54% das vítimas eram menores negros e 33,9% eram brancas, inserindo-se as restantes a outras categorias. Da população dos presídios, 68% das pessoas presas têm menos de 25 anos de idade, sendo que 2/3 são negros e mulatos;</p>
<p>Não se pode ignorar o racismo, o preconceito, a discriminação, aceitando os estereótipos que marginalizam, oprimem, humilham e matam o povo negro. A Constituição de 1988 soube repudiar a marginalização do negro, tipificando o racismo como crime em seu artigo 5° , inciso XLII. Mesmo assim, ainda <em>imperam no país diferentes formas de discriminação racial, velada ou ostensiva, que afetam mais da metade da população brasileira, constituída de negros ou descendentes de negros privados do pleno exercício da cidadania.</em> Os casos de discriminação racial que vêm acontecendo durante anos neste país merecem uma apreciação mais cuidadosa por parte das autoridades, correndo o risco de se transformar (se é que já não se transformou) num ato de omissão diante do dever do direito em realizar a justiça, ao menos a justiça dos homens. O preconceito racial se constitui um grave obstáculo ao exercício do direito à igualdade. Os negros têm de lutar contra tudo aquilo que está sedimentado e que, quase inconscientemente, é posto em circulação na nossa sociedade. Para lutar contra o preconceito é preciso realizar atos que demonstrem a necessidade deque os segmentos vítimas de discriminação tenham seus direitos reconhecidos. Infelizmente, ainda estamos longe de constituir uma verdadeira democracia racial e, apesar de sermos uma nação etnicamente plural, as &#8220;minorias&#8221;, sobretudo os negros, não têm o mesmo reconhecimento dos brancos colonizadores. O espaço negro é limitado e o indivíduo é discriminado, não sendo reconhecido em suas atividades. Discriminado e marginalizado, o negro é visto perante a sociedade como um indivíduo sem qualificação, limitado, estando restrito ao mercado de trabalho formal. Sempre é colocado em posições inferiores, sendo o que mais sofre com a péssima situação sócio-econômica do país, estigmatizado por ser &#8220;escuro&#8221; ou pardo. E, ironicamente, o negro é a grande força de trabalho do Brasil, porém o que mais sofre com as crises e com a discriminação. No passado, ele ajudou a construir este país para os brancos; no presente, quando tenta desfrutar o produto de seu trabalho, encontra as portas fechadas pela terra à qual se dedicou.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/61/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/61/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/61/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/61/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/61/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/61/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/61/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/61/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/61/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/61/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/61/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/61/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/61/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/61/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=racismoeunaoaceitonao.wordpress.com&amp;blog=29713580&amp;post=61&amp;subd=racismoeunaoaceitonao&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>BRANCOS x NEGROS no mercado de trabalho.</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Nov 2011 17:55:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucianaluzsan</dc:creator>
				<category><![CDATA[racismo]]></category>
		<category><![CDATA[discriminação]]></category>
		<category><![CDATA[negro]]></category>

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		<description><![CDATA[Participação do negro no mercado de trabalho cresce, mas renda ainda é inferior à do branco Identidades, Racismo e Discrimação Luciana Lima &#8211; repórter da Agência Brasil Sex, 21 de Novembro de 2008 14:23 Brasília &#8211; A participação dos negros no mercado de trabalho brasileiro aumentou desde a segunda metade da década de 90. No [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=racismoeunaoaceitonao.wordpress.com&amp;blog=29713580&amp;post=55&amp;subd=racismoeunaoaceitonao&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table>
<tbody>
<tr>
<td width="100%"><a href="/portal/identidades-racismo/204-noticia/650-participacao-do-negro-no-mercado-de-trabalho-cresce-mas-renda-ainda-e-inferior-a-do-branco-">Participação do negro no mercado de trabalho cresce, mas renda ainda é inferior à do branco </a></td>
<td align="right" width="100%"></td>
<td align="right" width="100%"></td>
<td align="right" width="100%"></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table>
<tbody>
<tr>
<td><a href="/portal/identidades-racismo"> Identidades, Racismo e Discrimação </a></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">Luciana Lima &#8211; repórter da Agência Brasil</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">Sex, 21 de Novembro de 2008 14:23</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">
<div><img src="http://farm4.static.flickr.com/3032/3047783423_2e8fbef819_m.jpg" alt="Negra" align="left" border="0" /></div>
<p>Brasília &#8211; A participação dos negros no mercado de trabalho brasileiro aumentou desde a segunda metade da década de 90. No entanto, as condições de trabalho e de renda ainda continuam muito aquém das registradas pela população branca.<br />
De acordo com o Relatório Anual das Desigualdades Raciais no Brasil 2007-2008, elaborado pelo Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), 20,6 milhões de pessoas ingressaram no mercado de trabalho de 1995 a 2006. Desse número, apenas 7,7 milhões eram brancos. O restante, 12,6 milhões de pessoas, eram pardas e pretas.<br />
No entanto, ao observar o rendimento mensal real do trabalho, a desigualdade de raça e a de gênero prevalecem. O vencimento médio dos homens brancos em todo país equivalia, em 2006, a R$1.164,00, valor 53% maior do que a remuneração obtida pelas mulheres brancas, que era de R$ 744,71. O rendimento dos homens brancos era ainda 98,5% superior ao dos homens negros e pardos, que era de R$ 586,26. Era ainda 200% superior ao rendimento das mulheres negras.<br />
Para o pesquisador do Departamento Intersindical de Estatística e de Estudos Socioeconômicos (Dieese) Clemente Ganz Lúcio, que também integra grupo de trabalho do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES) sobre políticas de eqüidade, a diminuição da desigualdade no mercado de trabalho depende de vários fatores, mas especialmente do acesso da população negra à educação de qualidade.<br />
“Os avanços que podem ser conquistados dependem de vários fatores, entre eles, do crescimento econômico, do processo de desenvolvimento, dos ganhos políticos, da democracia. No caso específico dos negros, um dos fatores que contribuem para essa desigualdade é educação, ou seja o acesso à educação de qualidade. Enquanto os negros não chegaram no mesmo ritmo ao ensino universitário, ao ensino técnico, aos postos de trabalho de qualidade, a diferenciação de renda não vai cair.”<br />
O aumento da participação da população negra nos últimos anos no Brasil na população economicamente ativa, na opinião de Clemente Ganz Lúcio, já pode ser reflexo da adoção do sistema de cotas nas universidades a partir de 2003.<br />
&#8220;As cotas, em certa medida, geram a oportunidade para a população negra ocupar um espaço cujo acesso exclusivamente meritório, ou seja, pela capacidade, acabava excluindo esses alunos. O que a experiência tem mostrado é que essas pessoas estão tendo um desempenho equivalente ao dos demais estudantes e, portanto, um investimento continuado poderia propiciar essa mudança. As cotas são um remédio doído para a sociedade porque significam reconhecer uma discriminação, mas podem fazer diferença lá na frente. É evidente que, no futuro, se essa situação for superada, a própria política de cotas desaparece”, avaliou.<br />
O diretor de Cooperação e Desenvolvimento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Mário Theodoro, aponta as razões históricas para a desigualdade, mas ressalta, na publicação Desigualdades Raciais, Racismo e Políticas Públicas 120 Anos após a Abolição, o dilema vivido pelo Brasil moderno que “convive e vive da desigualdade”. &#8220;No país que convive e vive da desigualdade, o negro, ao perder o lugar central no mundo do trabalho, não deixou de exercer um papel social como o núcleo maior dos pobres, prestadores de serviços aos quais as classes médias recorrem ostensiva e sistematicamente”, destaca.<br />
Para Clemente Ganz Lúcio, é importante destacar o reconhecimento da existência da desigualdade e sua redução ao longo dos últimos anos, um avanço a ser comemorado. “O que nós temos que observar é o fato de que temos uma redução da desigualdade. Ainda é grande, mas até pouco tempo não era nem reconhecida. À medida que se reconhece que a desigualdade é um problema estrutural, ou seja, ele não é momentâneo, faz parte da nossa história e da constituição da organização econômica e social do país, observarmos a mudança no sentido de que a desigualdade é um resultado a ser comemorado”, destacou.<br />
“Deve ser comemorado no sentido de que caminhamos no sentido da redução dessa desigualdade. Deve nos preocupar, deve ser um alerta, deve ser um indicativo de que a gente deve estar o tempo todo combatendo, mas também identificando se as ações que estão sendo implementadas estão contribuindo para que ocorra uma diminuição dessa desigualdade&#8221;, acrescentou.<br />
Ele lembrou que a luta contra a discriminação é recente no Brasil e que ainda há muito caminho a ser percorrido para eliminar o problema. “A história nos mostra que os processos sociais que levam a essa mudança não são imediatos, ou seja, é uma construção social que leva tempo. Mais ou menos o tempo de quanto as políticas publicas, os movimentos sociais e a organização da sociedade estão dispostas a promover a transformação daquela realidade. Mas, de todo modo, levam-se anos, gerações para que ocorram mudanças substantivas nesse aspecto. A própria questão da discriminação racial é uma luta dos últimos 100 anos. Pegando a história da humanidade, é uma luta de pouco tempo, assim como a luta pela igualdade entre homens e mulheres. São conquistas que não são pequenas”, avaliou.<br />
Pesquisa divulgada nesta semana pelo Dieese e pela Fundação Seade mostra que os salários pagos na região metropolitana de São Paulo a profissionais não-negros ainda representam o dobro dos rendimentos dos negros. Em 2007, de acordo com a pesquisa, o rendimento médio por hora dos negros era de R$ 4,36, contra R$ 7,98 dos não-negros.<br />
Fonte: Agência BrasilPODEMOS VER A SITUAÇÃO DOS NEGROS NESSA ENTREVISTA : <a href="http://www.youtube.com/watch?v=wP882XWITzU&amp;feature=player_detailpage">http://www.youtube.com/watch?v=wP882XWITzU&amp;feature=player_detailpage</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div></div>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/55/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/55/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/55/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/55/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/55/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/55/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/55/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/55/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/55/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/55/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/55/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/55/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/55/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/55/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=racismoeunaoaceitonao.wordpress.com&amp;blog=29713580&amp;post=55&amp;subd=racismoeunaoaceitonao&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Racismo no mercado de trabalho.</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Nov 2011 17:27:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucianaluzsan</dc:creator>
				<category><![CDATA[racismo]]></category>
		<category><![CDATA[mercado de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[opiniao]]></category>

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		<description><![CDATA[O PRECONCEITO RACIAL NA EMPRESA É PRÁTICA TÃO  DIFUNDIDA QUANTO DANOSA. Valdirene do  CarmoGraduanda em Pedagogia: Docênciae Gestão de Processos  EducativosUniversidade do Estado da Bahia &#8211; UNEBAdiscriminação nas  sociedades humanas é um quesito além de bastante difundindo, pernicioso. Onde  existe a diferença, existem indivíduos prejudicados por pertencerem a um ou  outro grupo que foge a [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=racismoeunaoaceitonao.wordpress.com&amp;blog=29713580&amp;post=53&amp;subd=racismoeunaoaceitonao&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O PRECONCEITO RACIAL NA EMPRESA É PRÁTICA TÃO  DIFUNDIDA QUANTO DANOSA.<br />
<img src="http://pt.shvoong.com/images/spacer.gif?s=summarizer&amp;d=1322586836904&amp;id=273206cf-974b-4c4a-9b0e-9e13b6659030" alt="" /></p>
<div id="AText"><strong><em><em><em><strong><strong>Valdirene do  CarmoGraduanda em Pedagogia: Docênciae Gestão de Processos  EducativosUniversidade do Estado da Bahia &#8211; UNEB</strong></strong>Adiscriminação nas  sociedades humanas é um quesito além de bastante difundindo, pernicioso. Onde  existe a diferença, existem indivíduos prejudicados por pertencerem a um ou  outro grupo que foge a determinadas normas. Ela é prática quase universal,  entretanto nem todas as discriminações são iguais, a diferença fundamental é o  grau. Em muitos aspectos da vida, a discriminação é difícil ou impossível de se  medir, mas, em outros, a sua mensuração é possível.No decorrer histórico:  escravos pobres, rejeitados, açoitados, analfabetos, operários, entre outros,  foi a maneira como a imagem do negro pôde ser incorporada pela sociedade e  influenciar no contexto atual, e embora sendo um assunto bastante discutido, a  sua exclusão ainda é eminente quando se trata do acesso à igualdade e ao bem  estar social. Os seres humanos, ao longo do desenvolvimento das diversas  culturas, puderam construir a sua existência pautada na habilidade maior ou  menor de dominar o Universo. Através do significar e ressignificar dessas  habilidades encontraram formas mais propícias de se impor no ambiente e  alcançaram estágios mais complexos de desenvolvimento.Ao administrar sua  capacidade de dominar o ambiente, o homem, provocou uma abordagem que se  desencadeou na sustentação das relações de trabalho e, conseqüentemente o  surgimento de duas classes: uma opressora e outra oprimida. Como todos os  espaços e tempos não são mutáveis essas relações não poderiam permanecer  constantes, mudando apenas as condições de opressão. “Homem livre e escravo,  patrício e plebeu, barão e servo, mestres e companheiros, numa palavra,  opressores e oprimidos” (Marx apud </em>Sant’ Anna 2002, p.44)Os tipos  particulares de classificação se alteraram, obviamente, com o passar do tempo.  Porém, os preconceitos profundos passam diretamente de um sistema social para o  outro se adequado aos interesses de muitas classes exploradoras. Dessa forma, o  racismo persistiu como um instrumento de opressão e discriminação em sua  história, fato que conduziu os negros para empregos de status </em>inferiores </em>e menores remunerações.Abordar o mercado de trabalho no Brasil é retomar o  processo de constituição da ideologia racial implementado por intelectuais e  pelas classes dominantes. A desvalorização do negro se dá dentro de um contexto  histórico pautado da relação de escravidão ao processo de economia moderna,  devido ao seu passado escravo e tardia inserção à educação e no mercado de  trabalho, teve como conseqüência um posicionamento desfavorável e desigual no  que diz respeito à distribuição de renda, educação e profissões. As estruturas  do Mercado de trabalho sendo de cima para baixo, tendenciou privilegiar os  indivíduos brancos, dificultando o acesso de outros grupos étnicos, baseados na  ideologia da superioridade de capacidade desses indivíduos. Diante disso, essa  idéia de inferioridade norteou os sujeitos negros e, ainda, contribuíram para  legitimar a discriminação racial no mercado de trabalho brasileiro que até hoje  sustenta a desigualdade de oportunidades entre os grupos raciais.</strong></div>
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		<title>Cbf contra o racismo.</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Nov 2011 16:51:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucianaluzsan</dc:creator>
				<category><![CDATA[racismo]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[cbf]]></category>

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		<description><![CDATA[CBF faz campanha contra racismo em meio a polêmica sobre Blatter. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou nesta quinta-feira uma campanha de repúdio ao racismo no esporte, depois que o presidente da Fifa, Joseph Blatter, deu declarações polêmicas sobre o problema. &#160; &#160; A penúltima rodada do Campeonato Brasileiro, disputada no próximo fim de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=racismoeunaoaceitonao.wordpress.com&amp;blog=29713580&amp;post=47&amp;subd=racismoeunaoaceitonao&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>CBF faz campanha contra racismo em meio a polêmica sobre Blatter.</div>
<div>
<p>A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou nesta quinta-feira uma campanha de repúdio ao racismo no esporte, depois que o presidente da Fifa, Joseph Blatter, deu declarações polêmicas sobre o problema.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A penúltima rodada do Campeonato Brasileiro, disputada no próximo fim de semana, foi nomeada &#8220;Rodada contra o Racismo&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;A mensagem que a entidade vai passar&#8230;é de protesto contra a intolerância que tem hostilizado muitos jogadores em gramados de vários países, e que deveria merecer a mais veemente condenação de todo o universo do futebol&#8221;, disse a entidade em comunicado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, &#8220;racismo não se resolve com aperto de mão e nem quem sofre esquece no dia seguinte&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As declarações parecem rebater o presidente da Fifa, que na semana passada declarou à CNN: &#8220;Talvez um dos jogadores tenha uma palavra, um gesto para o outro que não seja o correto. Mas o que é afetado por isso deve dizer: &#8216;É um jogo, estamos num jogo, e no final do jogo deveríamos apertar as mãos&#8217;&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dois dias depois, Blatter pediu desculpas pelos comentários: &#8220;quando se tem algo que não foi totalmente correto, somente posso dizer que lamento por todas as pessoas afetadas por minhas declarações&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A CBF enumera diversos casos nos últimos anos em que jogadores brasileiros foram vítimas de racismo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Somente em 2011, segundo a entidade, Gilberto Silva, à época no grego Panathinaikos; Marcelo, do Real Madrid, Diego Mauricio, quando disputava jogo da seleção sub-20; Alan, do Braga; Roberto Carlos, do Anzhi; Edimar, do Skoda Xanthi; além de Neymar, com a seleção brasileira, foram xingados por adversários ou a torcida rival.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Não é justificável pelo calor de uma partida, não pode ser interpretado como gesto de torcedor. É algo intolerável, que não condiz com o esporte&#8221;, acrescentou Teixeira. &#8220;As pessoas que não entenderem que o futebol é para todos e não apenas para uma raça devem ser banidas definitivamente do esporte.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O técnico da seleção brasileira, Mano Menezes, defendeu fortes punições para quem comete racismo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;É muito cômodo uma pessoa apertar a mão da outra depois do jogo para pedir desculpa por uma ofensa ao que ele tem de mais sagrado e significativo. A solução é buscar nos mecanismos legais que já existem a forma de haver uma punição muito rígida&#8221;, declarou ele.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na Inglaterra, as declarações de Blatter não foram bem recebidas. O ministro do Esporte da Grã-Bretanha, Hugh Robertson, e o líder do sindicato dos jogadores de futebol ingleses, Gordon Taylor, defenderam a renúncia do presidente da Fifa.                         <img class="alignright" src="http://t2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcS79XLhLMqWoamF0X4ASBUbnvP5eifabkAp-x8Llvd6MBhz9d_8JQ" alt="" width="160" height="237" /></p>
</div>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/47/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/47/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/47/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/47/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/47/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/47/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/47/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/47/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/47/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/47/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/47/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/47/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/47/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/47/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=racismoeunaoaceitonao.wordpress.com&amp;blog=29713580&amp;post=47&amp;subd=racismoeunaoaceitonao&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>O negro também é racista.</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Nov 2011 17:55:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucianaluzsan</dc:creator>
				<category><![CDATA[racismo]]></category>
		<category><![CDATA[negro]]></category>
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		<description><![CDATA[Um outro gênero de racistas, o pior de todos: o daquelas pessoas que têm preconceito com sua própria raça Já há muito tempo estava a espera que o Michell  lançasse este especial: ser diferente na lusofonia, o que quer dizer que já há muito tempo penso em escrever sobre o título deste artigo. Bem, sobre [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=racismoeunaoaceitonao.wordpress.com&amp;blog=29713580&amp;post=35&amp;subd=racismoeunaoaceitonao&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="email" href="mailto:?subject=O%20negro%20tamb%C3%A9m%20%C3%A9%20racista&amp;body=http%3A%2F%2Fopatifundio.com%2Fsite%2F%3Fp%3D2359" rel="nofollow" target="_blank"><img title="email" src="http://opatifundio.com/site/wp-content/plugins/sociable/images/services-sprite.gif" alt="email" /></a></p>
<hr />
<p><strong>Um outro gênero de racistas, o pior de todos: o daquelas pessoas que têm preconceito com sua própria raça</strong></p>
<p><a href="http://opatifundio.com/site/wp-content/uploads/2009/06/racismo2.jpg"><img title="racismo2" src="http://opatifundio.com/site/wp-content/uploads/2009/06/racismo2-300x225.jpg" alt="racismo2 300x225 O negro também é racista" width="300" height="225" /></a>Já há muito tempo estava a espera que o Michell  lançasse este especial: ser diferente na lusofonia, o que quer dizer que já há muito tempo penso em escrever sobre o título deste artigo. Bem, sobre o racismo muito foi dito, e as definições para este termo estão lá na Wikipédia.</p>
<p>Começando pela filosofia do racismo, vou citar aqui um parágrafo da Wikipédia: “O racismo é um preconceito contra um “grupo racial”, geralmente diferente daquele a que pertence o sujeito, e, como tal, é uma atitude subjectiva gerada por uma seqüência de mecanismos sociais.”. Veja o que aparece quando dizem geralmente: negro contra branco, branco contra negro etc. Este é o racismo normal. Mas o que eu quero falar aqui é de um outro gênero de racistas, o pior de todos: o daquelas pessoas que têm preconceito com sua própria raça.</p>
<p>Não precisamos vir directamente a Moçambique para entender o fenómeno, com uma simples pausa nos EUA, e uma pequena pesquisa sobre as lendas de Michael Jackson vemos um caso típico. Não sei se é verdade o que falam sobre ele, mas é interessante! A pergunta agora é: porque Michael Jackson? Será que em Moçambique temos outro caso de alguém que “tirou a pele”? Não, nada disso, mas pessoalmente seria melhor se tirassem!</p>
<p>Ok, vamos aos factos (dizem que contra eles não há argumentos!): você é negro (qual a diferença entre negro e preto?), vai a um estabelecimento público, a última vez que passei por isso foi no banco BCI, o funcionário é negro(este merecia ser preto!), e entre os clientes estão negros e brancos. Quem geralmente receberá o melhor atendimento? Nos casos em que viví, a resposta foi muito simples.</p>
<p>O estranho é que, pelo menos por aqui, isto acontece com menos frequência, ou quase nunca, quando o funcionário é de uma cor diferente de minha (minha cor está na minha foto lá em baixo!).</p>
<p>Então, o que posso concluir destes “pequenos” factos, é que alguns negros ainda têm medo do branco, sentem-se escravos. Enquanto este sentimento permanecer, o racismo não poderá acabar.</p>
<p>Lembro-me que era obrigado a mostrar maior respeito a um branco, italiano, amigo da família, em relação a outros amigos da minha família, só por ele ser branco e trazer um bolso melhor que o meu sempre que vem nos visitar. Eu detestava isso, e ainda detesto, mas em algumas ocasiões nossa opinião não conta, logo devemos obedecer calados.</p>
<p>Antes de terminar o artigo vou falar dos nossos “compadres” chineses. Sempre ouvem-se casos de maus tratos aos trabalhadores negros por aqui. Será isto um acto racista ou é natureza deles mesmo, devido ao Kung-Fu? E no resto da lusofonia também verificam-se estes fenómenos</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/35/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/35/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/35/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/35/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/35/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/35/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/35/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/35/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/35/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/35/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/35/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/35/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/35/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/racismoeunaoaceitonao.wordpress.com/35/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=racismoeunaoaceitonao.wordpress.com&amp;blog=29713580&amp;post=35&amp;subd=racismoeunaoaceitonao&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Até no futebol o Brasileiro é discriminado!</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Nov 2011 17:40:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucianaluzsan</dc:creator>
				<category><![CDATA[racismo]]></category>
		<category><![CDATA[discriminação]]></category>
		<category><![CDATA[futebol]]></category>

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		<description><![CDATA[Brasileiro é vítima de racismo no futebol grego e cobra postura mais firme da Fifa. Brasileiro Edimar, jogador do Xanthi, em ação em outro jogo, contra o Panathinaikos.         Com o debate sobre o racismo em voga no futebol europeu nas últimas semanas, mais um caso envolvendo um jogador brasileiro aconteceu no domingo. O lateral esquerdo Edimar [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=racismoeunaoaceitonao.wordpress.com&amp;blog=29713580&amp;post=36&amp;subd=racismoeunaoaceitonao&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Brasileiro é vítima de racismo no futebol grego e cobra postura mais firme da Fifa.</p>
<div></div>
<p><img title="Divulgação/Assessoria P2" src="http://e.imguol.com/esporte/futebol/2011/11/21/brasileiro-edmimar-jogador-do-xanthi-em-jogo-contra-o-panathinaikos-na-grecia-1321888601471_615x300.jpg" alt="Brasileiro Edimar, jogador do Xanthi, em ação em outro jogo, contra o Panathinaikos" /></p>
<p>Brasileiro Edimar, jogador do Xanthi, em ação em outro jogo, contra o Panathinaikos.         Com o debate sobre o racismo em voga no futebol europeu nas últimas semanas, mais um caso envolvendo um jogador brasileiro aconteceu no domingo. O lateral esquerdo Edimar sofreu insultos da torcida adversária durante jogo do Campeonato Grego entre a sua equipe, o Xanthi Skoda, e o PAS Giannina.</p>
<p>Único jogador negro do Xanthi, Edimar ouviu imitações de macaco vindas da torcida rival a cada vez que pegava na bola durante a partida.</p>
<p>demoimento.</p>
<p>&#8220;Isso nunca tinha acontecido comigo. É muito frustrante, sou uma pessoa como outra qualquer. Toda hora que eu pegava na bola eles imitavam o barulho de um macaco&#8221;, afirmou o lateral em entrevista ao <strong>UOL Esporte</strong>.</p>
<p>Na última semana, em uma declaração que gerou uma série de contestações no universo do futebol, o presidente da Fifa Joseph Blatter disse que jogadores alvos de atos racistas deveriam relevar os insultos em campo. Dias mais tarde, o cartola se desculpou.</p>
<p>Integrante forçado deste debate após o incidente na Grécia, o brasileiro Edimar afirma que a Fifa deve ao mundo do futebol uma postura mais firme sobre o tema.</p>
<p>&#8220;Acho que deveria existir uma cobrança maior por parte da Fifa em relação a esse tipo de caso, cobrança sobre os clubes. Poderia funcionar para amenizar essa situação&#8221;, comenta Edimar.</p>
<p>A equipe do brasileiro venceu a partida em questão por 2 a 0. Depois de ser ofendido pela primeira vez, Edimar marcou o primeiro gol do jogo, em uma cobrança de falta ainda na etapa inicial. O atleta diz que não pensou em usar o momento para revidar a provocação.</p>
<p>&#8220;Logo depois do insulto eu fiz o gol. Isso me tirou um peso das costas. Estava meio abalado em campo. Mas comemorei só com um coração para a minha esposa. Depois fui até a minha torcida e acenei para eles fazerem mais barulho&#8221;, relata o brasileiro.</p>
<p>Aos 25 anos, Edimar atua no futebol europeu desde 2008, quando acertou com o Braga, de Portugal. Atualmente o lateral está atrelado ao Cluj, da Romênia, que cedeu o jogador ao Xanthi Skoda em empréstimo de uma temporada. No Brasil, o atleta da cidade capixaba de Iconha passou por Cruzeiro.</p>
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